O Objetivo deste texto é mostrar o terrível poder da energia nuclear quando utilizada para fins bélicos, o que, por certo, contribui para todo o temor que existe para utilização desta excepcional fonte energética.


As bombas atômicas sobre o Japão
Há 55 anos, em 6 de agosto de 1945, os Estados Unidos lançavam uma nova arma sobre a cidade japonesa de Hiroshima: a bomba atômica. Era uma descoberta recente, mas seu poder de destruição já era conhecido. Segundos após a explosão, Hiroshima parecia ter sido terraplenada. O total de pessoas mortas no momento chegou a quase 90 mil. Três dias depois, a cidade de Nagasaki foi escolhida como segundo alvo. Leia aqui a respeito do lançamento das bombas atômicas – considerado um dos atos mais desnecessários e desumanos da história – e veja como a Física explica
o poder da energia nuclear.
Consultoria: professor Jonas Nillo Campestrini


O dia 6 de agosto de 1945 amanheceu claro e quente em Hiroshima, sétima maior cidade do Japão, com 343 mil habitantes e uma guarnição militar de 150 mil soldados. Hiroshima fica junto ao delta do rio Ota, que desemboca no mar Interior. Naquela segunda-feira, apesar da guerra travada em ilhas do oceano Pacífico contra os Estados Unidos, a vida corria como sempre: os comerciantes já haviam aberto as lojas, os estudantes estavam nas salas de aula, os escritórios e as fábricas estavam a pleno vapor. Pouco antes das 8 horas da manhã, toca a sirene avisando sobre a presença de avião inimigo. O alerta era tão corriqueiro que pouca gente correu para os abrigos antiaéreos. A sirene parou. Às 8h15, bem alto no céu, espoca uma faísca branco-azulada que se transforma em um arco rosado. Em décimos de segundo, Hiroshima [Ilha Larga] fica branca. Prédios e casas levitam. Pessoas e animais evaporam; telhados e tijolos derretem. Uma onda de calor de 5,5 milhões graus Celsius e ventos de 385 km/h arrasam a cidade.



Onda de choque
Vinda do céu, a punição à cidade japonesa era a primeira bomba atômica usada com fins militares, lançada por um bombardeiro B-29, a Superfortaleza Voadora, dos Estados Unidos.

Nem mesmo a tripulação do B-29 – apelidado Enola Gay – sabia que tipo de bomba transportava. Inocentemente chamada Little Boy [Garotinho], a bomba foi lançada a 10 mil metros de altura, desceu de pára-quedas e explodiu a 650 metros do solo sobre o centro da cidade. Tudo que se encontrava a 500 metros do epicentro da explosão foi imediatamente incinerado. Segundos depois, a onda de choque atingia um raio de mais de 7 quilômetros. Menos de uma hora depois da explosão, 78 mil pessoas haviam morrido e 10 mil simplesmente evaporaram. Foram 37 mil feridos e milhares de pessoas foram morrendo aos poucos nos dias, meses e anos seguintes. Por anos a fio, crianças nasceram defeituosas por causa da radiação a que as mães foram expostas. Na cidade arrasada, a sombra de pessoas, de plantas, pontes ficou impressa em negativo – a marca da sombra atômica.

A explosão liberou uma quantidade absurda de radiação e o mundo conheceu pela primeira vez a imagem do temido cogumelo atômico. Ao todo, morreram cerca de 300 mil pessoas em conseqüência direta do ataque. Quem não morreu queimado, esmagado ou pulverizado sofreu mais tarde com os efeitos da radiação – em geral, morte por câncer.



A vez de Nagasaki
A intenção do governo dos Estados Unidos era de que o Japão se rendesse na guerra. Mesmo com a destruição de Hiroshima, o governo do imperador Hirohito não apresentou a rendição. Três dias depois, em 9 de agosto, a operação militar-científica se repetiu em Nagasaki, na ilha de Kiu-Siu, mais ao sul no Japão. O B-29 Grand Artist lança a bomba número 2, Fat Boy (Garoto Gordo), às 11h02. Dos 250 mil habitantes, 36 mil morreram nesse dia. A carnificina não foi maior porque o terreno montanhoso protegeu o centro da cidade. Quatro meses depois, porém, as mortes na cidade chegavam a 80 mil. Nagasaki, na verdade, era o objetivo secundário. Foi atingida porque as condições meteorológicas de Kokura, o alvo principal, impediam que os efeitos destrutivos da bomba fossem os planejados.

Em 1950, o censo nacional do Japão indicou que havia no país 280 mil pessoas contaminadas pela radiação das bombas de Hiroshima e Nagasaki



Rendição incondicional
Historiadores e analistas militares consideram o ataque atômico às duas cidades japonesas totalmente desnecessário, além de desumano. O mundo inteiro já sabia que o Japão estava derrotado. Os Estados Unidos fechavam o cerco sobre o arquipélago japonês depois da conquista de Iwo Jima e Okinawa, ilhas próximas do Japão.

A rendição incondicional do Japão ocorreu no dia 14 de agosto, mas a Segunda Guerra Mundial só seria encerrada oficialmente em 2 de setembro de 1945, um domingo, assim que os representantes japoneses assinaram a declaração, a bordo do couraçado norte-americano Missouri.



O início do pesadelo atômico
Em 1939, o físico Albert Einstein (1879-1955) informou ao presidente dos Estados Unidos, Franklin Roosevelt, que devia ser possível construir uma bomba atômica, com uma energia liberada muito superior à das armas convencionais.

Na época, era grande o receio de que os alemães, inimigos dos aliados ocidentais (EUA, Grã-Bretanha e França), construíssem uma arma atômica. O receio era ainda mais presente entre os cientistas que fugiram do nazismo e do fascismo e foram acolhidos nos Estados Unidos, onde continuaram suas pesquisas. O governo norte-americano decidiu montar um projeto ultra-secreto para o desenvolvimento da bomba, chamado Manhattan, do qual participaram aqueles eminentes cientistas. O objetivo era obter a tecnologia atômica antes que os alemães o fizessem.

Enrico Fermi era um desses cientistas. Em 1942, foi o primeiro físico a produzir uma reação atômica em cadeia sob controle, comprovando assim a teoria de Einstein. O experimento secreto aconteceu em um laboratório de Chicago.

Soube-se que, na Alemanha, uma experiência semelhante havia fracassado. Mesmo com o fiasco alemão e a franca decadência dos exércitos de Adolf Hitler, os americanos continuaram as pesquisas em Los Alamos, Novo México.



As incertezas sobre a bomba
A pergunta que os cientistas precisavam responder era a seguinte: uma reação em cadeia, não-controlada, poderia ser usada para fazer uma bomba? Havia quem temesse que a bomba fizesse explodir todo o planeta. Ao mesmo tempo, os militares norte-americanos anteviam a possibilidade de usar a bomba contra o Japão (país que fazia parte do Eixo, ao lado da Alemanha e da Itália), forçando, assim, o fim da Segunda Guerra Mundial.

Em 16 julho de 1945, duas bombas atômicas foram detonadas secretamente no deserto do Novo México – uma delas dentro de um vaso de aço, o Jumbo. Os norte-americanos estavam ansiosos para testar pela primeira vez a nova invenção. A explosão foi tão poderosa que chegou a ser vista em três Estados americanos. Começava o pesadelo da era nuclear.



Armas ainda mais poderosas
Pouco depois de a bomba atômica ser lançada sobre o Japão, os cientistas inventaram outra arma, ainda mais poderosa: a bomba de hidrogênio. Em 1957, a bomba H explodia no atol de Bikini, no Oceano Pacífico. Tinha um poder de destruição cinco vezes maior do que todas as bombas convencionais detonadas durante a Segunda Guerra Mundial. Mas essa é outra história



curiosidades

 

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Parte 1 - Na 2ª Guerra Mundial

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Monumento Nacional aos Mortos da Segunda Guerra Mundial, no Rio de Janeiro. (foto do Exército Brasileiro)

Com sua entrada na 2ª Guerra Mundial em 1942, o Brasil passou a receber armamentos e suprimentos dos aliados, inclusive jeeps americanos em grande quantidade, que rapidamente integraram-se à cena brasileira. A Força Expedicionária Brasileira (FEB) dispôs na Itália de 655 jeeps que entraram em combate em muitas missões. Contrariamente aos jeeps dos Estados Unidos e Canadá (os únicos dois outros países do continente americano que mandaram forças para efetivo combate na 2ª Guerra), muitos voltaram ao Brasil com o fim da guerra, continuando em atividade nos quartéis do Exército em todo o país. Desmobilizados, após bastante tempo de serviço, vários deles ainda rodam na mão de civis e colecionadores.

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Alunos da Escola de Motomecanização do Exército Brasileiro com seu jeeps em 1943

 

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O Presidente Franklin D. Roosevelt (frente), dos Estados Unidos, e o Presidente Getúlio Vargas (atrás), do Brasil, acompanhados de oficiais de ambos os países, a bordo de um Jeep Willys MB 1942, inspecionam a estratégica base militar de Natal, Rio Grande do Norte, na escala de retorno do Presidente Roosevelt da Conferência Aliada de Casablanca, em 29 de Janeiro de 1943, em direção ao seu país. Esta foto inspirou uma famosa tela de Raymond Nelson.

(fotos publicadas pela National Geographic Magazine, de Janeiro de 1944)

A foto ao lado, enviada pelo  pesquisador de assuntos militares da Universidade de Juiz de Fora, Expedito Carlos Stephani Bastos, foi publicada na revista da época "Esquadrilha" e mostra um Jeep Willys MB 1942 desfilando na parada de 7 de Setembro de 1942. Interessante notar os capacetes dos soldados, ainda do estilo antigo. Pode-se observar, ainda, ser um jeep da primeira série, pois não possui o galão de gasolina traseiro e  o farol de black-out do paralamas dianteiro, que passaram a equipar os jeeps fabricados a partir de julho de 1942.

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Acima: Membro da resistência italiana mostra a oficiais brasileiros posições alemãs em um mapa sobre o capô de um jeep da FEB. À direita: Grupo de soldados brasileiros, em um dos 13 blindados Ford M-8 da FEB, é recebido entusiasticamente pelos habitantes da cidade italiana de Massarossa, recém libertada.

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Um jeep de uma unidade brasileira, pronto para sair em missão de patrulha na Itália. 

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O general Mark Clark, comandante do V Exército americano e o General Mascarenhas de Moraes, comandante da FEB, estudam os mapas de operações, na Itália.

O general Mascarenhas de Moraes (3º da esquerda para a direita) no MB batizado de Liliana em homenagem à sua neta. (foto do Exército Brasileiro)

O general Mark Clark, comandante dos aliados na Itália, passa em revista as tropas brasileiras. (foto do Arquivo Nacional)

Jeep Willys MB, de patrulha brasileira, em estrada italiana. (foto do Arquivo Nacional)

Recém-chegadas da Itália, após o fim da Guerra, as tropas do 6º Regimento de Infantaria fazem o desfile da vitória em São Paulo, passando em frente à Estação da Luz. (foto da Associação dos Ex-Combatentes - SP)

A foto acima, cedida pelo amigo César Campiani Maximiano, escritor de um belo livro sobre a participação da FEB na 2ª Guerra Mundial,  "Onde Estão Nossos Heróis", retrata a rendição dos alemães em Collechio-Fornovo, Itália, em 29 de abril de 1945 e mostra os feridos alemães sendo transferidos das ambulâncias germânicas para as brasileiras

À frente da ambulância Dodge WC-54 da FEB, está o Tenente Médico Lázaro Rubim, em foto também cedida pelo César Maximiano.


Paschoal Borelli (primeiro à direita) e outros soldados brasileiros da FEB, posam em frente ao seu Jeep, na Itália, em 1944. (fotos acima e à direita obtidas e cedidas pelo Angelo Meliani)


Alessandria, Itália, 1944.

As fotos acima, enviadas pelo Ricardo D'Avila, foram tiradas nos Apeninos pelo tio dele, veterano da 2ª Guerra, o então tenente Olavo Oliveira, que comandou um pelotão da FEB na Itália. O jeep acima é o "De Lurdes", que o Ricardo está pretendendo replicar. Ótimas fotos para se observar as marcações da época.

As quatro fotos ao lado e abaixo, cedidas pelo Dionor Ferreira, foram tiradas na Itália, durante a Segunda Guerra  e retratam o sogro dele, o pernambucano e então cabo rádio-telegrafista da FEB, Sílvio Cavalcanti. O Dionor criou um interessante site em homenagem ao cabo Sílvio  M.  Cavalcanti (https://dionor.webjumb.com). Na foto ao lado, o desfile da vitória em Piacenza. No palanque estão os generais Mascarenhas de Morais e Zenóbio da Costa.
A foto acima, à esquerda, mostra o cabo Sílvio Cavalcanti (em pé ao lado do motorista) no jeep "Celina" equipado como rádio-estação, após passarem por ponte quase destruida em Piacenza. Na foto acima, à direita, o cabo Sílvio e o motorista do jeep em patrulha. Na foto ao lado, tirada em Montese, o jeep segue em direção ao campo de batalha, o cabo Sílvio (de capacete) ocupa seu posto junto ao equipamento de rádio.
 O meu amigo Paulo Pinotti de Almeida me enviou a foto ao lado, tirada na região de Monte Castelo, na Itália, em que aparecem o seu tio-avô, Sgto. Roberto Bugelli e colegas da Seção de Informações do 1º Batalhão do 6º R.I. da FEB. O Sgto. Bugelli é o segundo a partir da direita da foto e o seu oficial comandante, Ten. José Piason é o primeiro (em pé). O jeep, batizado de "Macaca", levava o número FEB 506.

As fotos acimas, cedidas pelo CVMARJ - Clube de Veículos Militares Antigos do Rio de Janeiro, mostram três jeeps da FEB na Itália. Na foto da esquerda, ao lado do seu jeep, o (então tenente) Cel. Sérgio Pereira (de óculos). Na foto do meio nossos pracinhas posam ao lado de seu jeep da Polícia do Exército (então chamada Policia Militar). Na foto da direita um dos 12 incomuns jeeps-ambulância da FEB. Notar também a barra fixada no parachoques, destinada a proteger os ocupantes contra arames esticados pelo inimigo nas estradas. 

 Outra foto enviada pelo amigo Paulo Pinotti de Almeida, tirada na Itália - ainda não conseguimos identificar onde; se você tiver um palpite informe - com dois soldados brasileiros no jeep e um interessante acessório, a barra vertical, muito usada pelos aliados para se previnir contra uma eficaz armadilha do inimigo, arames esticados nas estradas que freqüentemente decapitavam os ocupantes menos atentos dos veículos. Essa haste tinha em sua extremidade uma reentrância afiada para onde o arame corria e era então cortado.

    

 

O nosso amigo do Rio de Janeiro, David Rosal Gabriel, Veterano do heróico Primeiro Grupo de Aviação de Caça da FAB - Força Aérea Brasileira -  durante a Segunda Guerra Mundial,  considerado por seus colegas como o arquivo vivo do 1º GAvCa., me honrou com o envio das fotos abaixo, tiradas durante a Campanha da Itália.

Segundo ele, "No nosso 1º Grupo de Aviação de Caça, o JEEP foi um grande amigo, não só dos pilotos como de todo o pessoal de apoio, transportando pessoal, munições e peças de reposição, a qualquer hora, com qualquer tempo enfrentando qualquer terreno, sem reclamar." O David Gabriel tem um belo site dedicado aos feitos do 1ºGpAvCa, com histórias interessantíssimas da época, cuja URL é . Vale a pena conhecer.https://www.sentandoapua.com.br


Dizem que cavalo não sobe escada, mas o jeep da FAB desce, como podemos comprovar nesta foto tirada em Firenze, Itália, durante a Segunda Guerra.

Um dos 10 jeeps que a FAB dispunha na Itália, em manutenção na Base de Tarquinia.

Este Ford Sedan Fordor 1941, mod. 11AS-73C, era o staff-car utilizado pelo comando da FAB na Base de Pisa.

Dodge WC-51 configurada como veículo de socorro do Hospital da Força Expedicionária Brasileira - FEB, em Livorno.

 

Veja a partitura da Canção do Expedicionário
 (Letra de Guilherme de Almeida e Música de Spártaco Rossi)
 *
Cópia da partitura musical original (Irmãos Vitale - 1944)

 

Ouça na seção "Download":

Canção do Expedicionário
 (Letra de Guilherme de Almeida e Música de Spártaco Rossi)
Execução pela Banda da Polícia Militar do Est. de S. Paulo  - 974 kb

 Um trecho do Hino Nacional cantado pelos soldados brasileiros da FEB
 transmitido do interior da Catedral de Pisa, na Itália, em 29 de outubro de 1944,
pelo correspondente de guerra da BBC, Francis Hallawell,
 (registro sonoro do livro "Histórias que o Rádio não Contou", de Reynaldo C. Tavares) - 913 kb

 

Parte 2: Após a Guerra


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Parte 2 - Após a Guerra

 

Em Manobras


Esta foto foi tirada em agosto de 1960, durante manobras do Exército Brasileiro no Rio Grande do Sul. (fotos acima e à direita obtidas e cedidas pelo Angelo Meliani)


Constata-se pela foto, tirada nas mesmas manobras em agosto de 1960, que o Exército Brasileiro adquiriu pelo menos uma unidade (provavelmente várias) do raro modelo, variante militar da Pick-Up Willys, Cargo-Personnel Carrier (CPC), com pouquíssimas unidades fabricadas entre 1955 e 1961

As duas fotos abaixo, foram tiradas em manobras do Exército Brasileiro durante os anos 50, e enviadas pelo pesquisador de assuntos militares do Núcleo de Estudos Estratégicos do Centro de Pesquisas Sociais da Universidade Federal de Juiz de Fora, Expedito Carlos Stephani Bastos (autor de vários artigos sobre veículos militares no Exército Brasileiro, publicados na revista "4x4 & Cia." e no site especializado "defesanet" ). Observa-se na primeira foto (abaixo à esquerda) dois anfíbios Ford GPA e um Jeep MB ou GPW em primeiro plano. Na segunda foto (abaixo à direita) um MB (ou GPW) atravessa um rio sendo transportado por cabos.

As fotos ao lado e abaixo, também enviadas pelo Expedito,  foram tiradas durante manobras no Espírito Santo do 1º Esquadrão de Reconhecimento Mecanizado, entre 1970 e 1972. Esta unidade era, àquela época, sediada no Rio de Janeiro, RJ e é o atual 1º Esquadrão de Cavalaria Mecanizada, de Valença, RJ, o mesmo que lutou pela FEB na Itália, (Esquadrão Tenente Amaro). A foto à direita mostra  jeeps Willys MB. As fotos abaixo, mostram vários Kaiser M-606 (à esquerda) e um CJ-5 acidentado (à direita).

Ainda durante as mesmas manobras no Espírito Santo do, à época, 1º Esquadrão de Reconhecimento Mecanizado, as fotos abaixo, também enviadas pelo Expedito, mostram uma ambulância Jeep M-170 (à esquerda) e vários outros veículos militares (à direita).

A foto abaixo, cedida pelo Angelo Meliani, foi tirada em agosto de 1959, durante manobras realizadas pelo Exército na Fazenda Várzea do Souza, em Santana de Parnaíba, SP, O ponto de destaque não é um jeep e sim o imponente caminhão Diamond T 6x6, de 4 toneladas, socorrendo o caminhão Chevrolet G7100 atolado.

Nas Paradas

As fotos abaixo, obtidas pelo Angelo Meliani,  foram tiradas em paradas de Sete de Setembro em São Paulo.  A foto abaixo, à esquerda, tirada por volta de 1947, mostra  um jeep Willys CJ-2A militarizado pelo Exército Brasileiro. A foto abaixo, à direita, provavelmente de 1949-50, mostra o mesmo CJ-2A, acompanhado de outro idêntico, já equipados com faróis adicionais de longo alcance. Ainda nesta foto pode-se observar desfilando em segundo plano, quase totalmente encoberto pelo primeiro jeep, um dos raros Fire-Jeep CJ-2A adquiridos pelo nosso Exército.

As fotos abaixo, também obtidas pelo Angelo Meliani,  mostram dois instantes diferentes de outra parada de Sete de Setembro em São Paulo (Vale do Anhangabaú), provavelmente no início dos anos 50.  A foto abaixo, à esquerda, mostra  um jeep Willys CJ-2A militarizado pelo Exército Brasileiro. A foto abaixo, à esquerda, mostra dois CJ-2A e um MB liderando a parada. A outra foto, à direita, tirada instantes após, mostra vários caminhões GMC 6x6 CCKW, em diferentes versões. 

Em Reparos

As duas fotos abaixo foram tiradas em fevereiro de 1956 em Lorena, Estado de São Paulo, e mostram viaturas do Exército prestes a serem recuperadas pela Companhia do Exército especializada nessa atividade situada naquela cidade. A primeira mostra vários jeeps MB e também um CJ-2A militarizado. provavelmente no início dos anos 50.  A foto abaixo, à esquerda, mostra  um jeep Willys CJ-2A militarizado pelo Exército Brasileiro. A segunda foto abaixo, mostra vários caminhões Chevrolet G7100 4x4, 1½ ton, abertos e fechados. (Fotos obtidas pelo Angelo Meliani)

Estacionados

A  foto abaixo foi tirada em agosto de 1957 em São Paulo, e mostra várias viaturas do Exército estacionadas no galpão de um quartel não identificado. Ao fundo se vê dois caminhões de socorro Diamond T 6x6, de 4 toneladas e, aparentemente, um raro White Model 666, de 6 toneladas. Do fundo para a frente, dez GMC 6x6 CCKW, de cabine aberta, um CCKW de cabine fechada, um caminhão Ford 4x2, 1½ ton, um CCKW aberto,  outro CCKW fechado, um Dodge WC-51, um raro CJ-2A Fire-Jeep e um jeep Willys MB.  (Foto obtida pelo Angelo Meliani)

 

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